quinta-feira, 11 de junho de 2009

Boas Férias... na companhia de um bom livro...


A solução de um segredo com 500 anos está próxima. Mas o Vaticano fará tudo para impedir a sua revelação… Florença, 1478. No quinto domingo depois da Páscoa, a História do Renascimento italiano, e talvez a de toda a Europa, esteve prestes a dar uma reviravolta. Na catedral da cidade reunia-se a brilhante e turbulenta nobreza local, encabeçada pelo indiscutível homem forte da República, Lourenço de Médicis, o Magnífico. No momento culminante da missa, quando o sacerdote erguia o cálice com o vinho consagrado, um grupo de conspiradores puxou das adagas, ocultas sob as capas, e atacou a família do mecenas. Estes factos, conhecidos como A conjura dos Pazzi, marcaram durante gerações a memória dos florentinos pela sua natureza violenta e indecorosa. Vários artistas ilustres do Renascimento, como Botticelli, Verrocchio e Leonardo da Vinci, fizeram referência a este acontecimento em quadros repletos de referências simbólicas.


Susana Fortes nasceu em Pontevedra, Espanha, em 1959. É licenciada em Geografia e História pela Universidade de Santiago de Compostela e em História da América pela Universidade de Barcelona. Passou uma temporada nos Estados Unidos, onde conciliou a docência de Espanhol com conferências universitárias. Com o seu primeiro romance, Querido Corto Maltese, ganhou em 1994 o Prémio Novos Narradores. Foi finalista do Prémio Planeta 2003 com O Amante Albanês, obra também galardoada com a Medalha de Bronze no ForeWord Book of the Year 2006 nos Estados Unidos e publicada pela ASA. Os seus romances estão traduzidos em dezasseis línguas. Reside actualmente em Valência e escreve regularmente para o El País e o La Voz de Galicia.


Desejando a todos vocês, um Verão de 2009 repleto de emoção... e de boas leituras!
Até Setembro! Divirtam-se!

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