segunda-feira, 24 de novembro de 2008

A política de fomento industrial pombalina

As medidas proteccionistas concedidas pelo Marquês de Pombal às manufacturas, visavam:

1. o monopólio do produto produzido;
2. as instalações para funcionamento;
3. subsídios vários;
4. facilidades para a importação de matérias-primas e mão-de-obra especializada.

A importância dispensada pelo Marquês de Pombal às manufacturas relacionadas com o açúcar e o tabaco, justifica-se pelo facto de:

as colónias serem um dos factores essenciais para o desenvolvimento das teorias mercantilistas, já que era das colónias que provinha uma grande parte das mercadorias usadas na produção manufactureira. Nesta perspectiva era necessário tirar o maior proveito possível dos recursos coloniais.
Fiel a esta máxima, o Marquês de Pombal, que tinha apostado no aumento da produção interna, em vez de exportar para a Europa os produtos em bruto que vinham do Brasil, decidiu criar manufacturas que os transformassem em produtos prontos a consumir tanto no mercado interno como no europeu.
Tratou-se, portanto, da aplicação do princípio mercantilista que defendia a máxima rentabilização dos produtos coloniais.

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